De 29 de setembro a 7 de outubro, masterclasses, um ensaio aberto à comunidade escolar e concertos esgotados levaram a música erudita a locais inesperados, como as Igrejas da Sé, de Santa Maria e de São Francisco, e o imponente Teatro Municipal de Bragança, onde se fez magia a partir das obras Mozart, Beethoven, Dvořák, Turina, Tchaikovsky, Puccini, Lopes-Graça, Schubert, Bach, Saint-Saëns, Gounod e Verdi.
Artistas conceituados e de renome internacional, como a violinista Esther Hoppe, o violoncelista Christian Poltéra, o clarinetista Pascal Moraguès, a flautista Adriana Ferreira e a soprano Julia Muzychenko, entre outros, foram os principais responsáveis por esgotar os espetáculos, muitos dos quais gratuitos, tornando a cultura acessível a todos e contribuindo para a sua descentralização.
“Bragança recebeu, ao longo de duas semanas, alguns dos músicos mais reconhecidos e premiados a nível mundial. Além de atuarem para o público em geral em locais históricos, partilharam momentos intimistas e verdadeiramente memoráveis com alunos do Conservatório de Música de Bragança durante as masterclasses.
Um evento único, que agrega qualidade musical, a património e ensino”, destacou o Presidente da Câmara Municipal de Bragança, Hernâni Dias.
O Festival Internacional de Música terminou de forma grandiosa com o Concerto de Encerramento “A Grande Fantasia”, que integra o conhecido “Carnaval dos Animais, Grande Fantasia Zoológica”, composto pelo francês Camille Saint-Saëns, em 1886.